quarta-feira, 5 de novembro de 2008

SEMANA DA COMUNICAÇÃO

Palestras e debates promovidos pela Estácio de Sá, trouxe vários nomes da comunicação social .

Entre os dias 27 e 30 de outubro, a Faculdade Estácio de Sá de Belo Horizonte, realizou a Semana da Comunicação – Novas Perspectivas da prática profissional.
Os estudantes participaram de palestras e debates sobre Assessoria de Comunicação na Esfera Pública, Obrigatoriedade do Diploma para o Exercício do Jornalismo e Reestruturação do Shopping Cidade e sua adequação às Novas Mídias. Os universitários também participaram de palestras com ex-alunos da Estácio, que já estão inseridos no mercado de trabalho.
Logo no primeiro dia, contamos com a presença dos palestrantes, Itamar Mayrink, Ricardo Matos e Adriano Docconi que debateram sobre o tema: Convergência de Mídia, Cross Mídia e Prosumer.
No dia 29 de outubro, o jornalista José Cleves debateu sobre a informação e a contra-informação no jornalismo.


O jornalista tem o dever de correr atrás dos fatos e da notícia bem apurada, sendo sempre cuidadoso.

Jornalista há 32 anos José Cleves trabalhou nos jornais Estado de Minas, Correio Braziliense, Jornal de Brasília e Última Hora, sempre se destacando com reportagens investigativas e de profundidade. É autor do livro Distrito Zero, que narra à execução de seu colega do Correio Braziliense, Mário Eugênio, em 1984, por policiais civis e militares do Exército.
Várias vezes finalista do Prêmio Esso de Jornalismo, com denúncias de corrupção no meio policial, Zé Cleves foi transformado, pela polícia, de vítima de um assalto, que resultou na morte de sua mulher, em 2000, em autor do crime, em um flagrante atentado contra a liberdade de imprensa. Provou a sua inocência e hoje dedica parte de seu tempo a estudos e reflexões sobre a importância do jornalismo crítico na defesa do interesse público.
Segundo Cleves, o jornalista deve peneirar e correr atrás dos fatos e das notícias, sempre com muito cuidaddo.
A Semana da Comunicação foi uma semana de que nos possibilitou agregar mais conhecimento sobre diversos assuntos. Esperamos que próximos projetos semelhantes sejam realizados na Estácio de Sá.
QUEM GANHA COM A CRISE
Paloma Melgaço

Já dizia um provérbio chinês, “Todo problema é uma oportunidade disfarçada”. Ao folhear qualquer jornal ou revista, ver ou ouvir o noticiário, ou até mesmo em conversa de botequim, percebemos que a crise que se instalou no mercado financeiro mundial, ocupa mais da metade do espaço.
Não é difícil entender os motivos, sempre que há alguma alteração financeira no hemisfério norte, sofremos imediatamente as conseqüências.
Todo esse Crash no mercado financeiro mundial vai servir para que os governos e os sistemas gestores desses mercados desenvolvam formas de regulamentação, normas e processos mais éticos e menos agressivos. Aliás, foi devido à irresponsabilidade e OLHO GRANDE dos bancos e demais agentes financeiros, que a crise acabou estourando.
Muito em breve teremos mais fiscalização e transparência nas operações financeiras. Os efeitos dessa crise deixarão cicatrizes que nunca mais irão desaparecer.
Por outro lado, também será o marco de novos tempos e novos processos no mercado financeiro mundial
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